quarta-feira, 3 de maio de 2006

Coisa boa é simplificar a vida

Eu tenho para a minha filosofia de vida que quanto mais simplicidade melhor, eu tento evitar situações em que me envolva em complicações de qualquer tipo, ou ralações evitáveis. Um dos pontos que me ajuda nisso é morar em quitinete, isso descomplica uma série de coisas.

Por exemplo, graças ao meu vizinho e seu aparelho de som de 2000 watts, está resolvido que não preciso ter mais gosto musical: ele toma esse tipo de decisão por mim. Atualmente, estou curtindo Banda Calypso e dance music em geral.

Imbatível realidade

Vão se acostumando, caros leitores, com a ausência de posts assim criativos, com idéias novas e fatos inusitados, pelo menos antes da eleição. Como já disse, está muito difícil concorrer com a realidade, e dela passo só mesmo à análise:

1) Greve de fome de Anthony Garotinho: não acredito nela, o cara é picareta o suficiente para atacar a geladeira de madrugada, quando ninguém está filmando. Ninguém estranhe se ele estiver mais gordo quando terminar, ingerir comida em grandes quantidades à noite costuma ser uma bomba para quem tem tendência a engordar (acho que ninguém discute que é o caso).

2) Por falar em Garotinho, isso me lembra igreja evangélica. Quem acompanha o Buldozer sabe que, desde que o Daniel deixou de postar por aqui, não é comum pintar zoação com qualquer igreja que seja. Na verdade, é menos por uma questão de consciência do que por um sentido de evitar encrenca pra valer mesmo, mas é claro que tudo tem limite. De vez em quando sintonizo a TV na Record, e dia desses vi a pérola:

"(...)compareça ao culto e receba inteiramente grátis um SABONETE CONSAGRADO à base de arruda!(...)"

Legal porque é igualzinho um daqueles sabonetes de motel, é pequenino, retangular e embalado em plástico brilhante, com o título "sabonete consagrado" escrito em letras verdes. Infelizmente, não consegui uma imagem do dito cujo para ilustrar o post, mas procurando pela internet, descobri que a Universal não é a única igreja a adotar à prática.

Acho bem bacana, é uma coisa bem brasileira, de sincretismo religioso, adotar essas práticas típicas das religiões afro nas igrejas, pode até reduzir o preconceito. Aposto que daqui a pouco o Edir Macedo vai estar sacrificando galinha preta com farofa e cachaça em rede nacional de TV.