terça-feira, 11 de novembro de 2003

ME BATE QUE EU GOSTO



Um dos grandes marcos do século XX foi a luta das mulheres por mais liberdade e por direitos iguais perante os homens, seus "opressores". Muita coisa mudou de lá pra cá. Hoje as mulheres já possuem igualdade em quase tudo. Todo esse movimento feminista até criou um "novo tipo" de homem, mais sensível, compreensivo, democrata e outras viadices do tipo. Com tanta conquista para o mundo feminino, era de se imaginar pela lógica e racionalidade (se o comportamento das mulheres tivesse ao menos uma dessas qualidades) que as mulheres também mudassem, mas não foi isso o que aconteceu.

As mulheres estão cada vez mais loucas, descontroladas e entendê-las é ainda mais difícil. Antes de qualquer coisa, é bom esclarecer que não sou uma pessoa machista e não pretendo aqui sacanear as mulheres. Também não sou bicha, nem DF (Dean Fox - tipo de viado "pseudo"), gosto muito de mulher e estou muito satisfeito com minha condição hetero. Todo este Post está baseado em observações e fatos científicos que visam a difícil missão de compreender o grande labirinto que é a psiquê feminina.

Boa parte das diferenças entre homens e mulheres se deve à quantidade e o tipo de hormônios sexuais presentes em cada um. O homem possui maior quantidade de testosterona e a mulher de progesterona e estrógeno. A progesterona, além dos efeitos já conhecidos, também desencadeia outros efeitos no organismo, só recentemente descobertos. Esse hormônio possui receptores específicos no cérebro, exatamente no lobo frontal e parte do lobo occiptal.

Experiências com ratos submetidos a altas quantidades de progesterona mostrou que estes animais desenvolvem um efeito conhecido como "Síndrome da Algia Crônica" (ou "me bate que eu gosto"). Até que enfim uma explicação científica para uma das maiores características femininas: gostar de apanhar.

Neste momento, as mulheres vão dizer: "isso não é nem assim, eu sou diferente, bla bla bla". A verdade, no entanto, é bem diferente. Se existem dois ou mais pretendentes a uma fêmea, o que sairá vencedor desta disputa será àquele que se mostrar mais rude, bruto, cavalo, selvagem, "gonora" e machista. Quanto mais você tratar bem, dar presentes, levar para jantar em um lugar legal e outras coisas do tipo, mais suas chances diminuem.

Eu sou um exemplo prático disso. Já fui um desses manés que se iludiam e achavam que as mulheres possuiam um comportamento "normal" e procurariam os que as tratassem melhor. Após muito "levar na cara", cansei disso e resolvi por um tempo ser o cara "mais filho da puta" do mundo. Conhecia as minas, só falava tosquice, tratava mal (mal mesmo), não ligava no outro dia, trocava o nome delas de propósito, ridicularizava as mulheres na frente dos meus amigos, ficava com uma mina na frente da outra e tudo mais. Para minha surpresa o que aconteceu foi que essas mulheres ficavam cada vez mais no meu pé. Então eu maltrava mais ainda para ver se me livrava delas mas aí é que elas ficavam no pé mesmo.

A imagem quase folclórica do Neardental acertando uma mulher com um tacape e arrastando a mesma pelos cabelos para a sua caverna nunca foi tão verdadeira. Antigamente, a fêmea procurava o macho mais forte que fosse mais capaz de protegê-la. O estranho é que toda evolução da humanidade não tenha mudado esse comportamento.

A ciência mais uma vez vem com uma luz e esclarece mais este fenômeno. Ao receber uma porrada (seja fisicamente ou psicologicamente) o maltrato provoca a liberação de um neurotransmissor conhecido pelo nome de dopamina. Nos homens este hormônio tem um efeito negativo que nos faz revidar o mal e evitá-lo. O problema é que nas mulheres esse hormônio reage, no cérebro, com a Progesterona (sempre ela). A reação desses dois hormônios produz, entre outras coisas, o aminoácido fenilalanina que é o catalisador da reação que resulta na endorfina, o chamado "hormônio do prazer". Resumindo: sofrer dá prazer.

Nos homens este hormônio é produzido em situações como "sexo selvagem" ou "cerveja com os amigos" mas nas mulheres apenas na situação descrita acima. Para as mulheres, sofrer pode até viciar, pois o cérebro acaba necessitando cada vez mais de endorfina.

Anos atrás, antes das conquitas dos movimentos feministas, as mulheres tinham sua "dose diária" de endorfina ministrada por seus pais e maridos. Hoje em dia, com todo mundo dizendo que temos que tratar melhor as mulheres, a falta do hormônio do prazer está causando uma crise de abstinência nelas.

É isso que explica o motivo das mulheres terem "surtado" nos últimos anos, ocupando cerca de 87,5% das vagas nas clínicas psiquiátricas. É também fato que um bicho que sangra por quatro dias no mês e não morre (como diria um amigo meu daqui) não pode ser muito normal mesmo.

É claro que esta não é uma doença incurável, existem tratamentos que vem tendo resultados muito positivos. O mais renomado destes tratamentos é chamado de "Técnica de Buldozer", que consiste em reverter as altas taxas do aminoácido fenilalanina, diminuindo sua enzima principal, a fenilalaninase através de doses regulares de "sexo selvagem sado-masoquista" com os membros solteiros deste Blog. Devido à agenda lotada, as consultas devem ser marcadas com antecedência. Mais informações nos Esmagamentos deste post.

Igor, The Mustache Rider (homem, hetero, casado e pesquisador no assunto).